Assisti: Star Trek sem fronteiras


Esse fim de semana o cinema foi agraciado pela chegada do terceiro filme de Star Trek e é claro que eu fui conferir já que estava super ansiosa pra ver como seriam os 5 anos da tripulação no espaço desde o filme Star Trek: além da escuridão!
Vida longa e próspera é um slogan bem conhecido de Star Trek e está mais presente do que nunca nesse filme e precisamente é o que os produtores querem dar aos fãs da saga. Em sem fronteiras vemos uma história de ciência, ficção, ação e uma pitada de humor além de belíssimas homenagens ao lendário Leonard Nimoy que foi o embaixador Spock além de uma pequena menção em memória de Anton Yelchin (Chekov) que morreu em Junho desse ano aos 27 anos.

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Se em Star Trek: além da escuridão vimos uma Enterprise a ponto de acabar em Star Trek: sem fronteiras vamos ver literalmente a Enterprise caindo junto com os seus tripulantes num planeta até então desconhecido e que guarda um segredo.
Mas vamos ao começo! Logo de início já estamos familiarizados em ver alguns dos nossos heróis em risco e como sempre a "cobaia" é o Capitão Kirk que resolve pessoalmente fazer um acordo de paz com uns "bixinhos" mas este carrega um artefato que vai fazer a Enterprise ficar no sufoco.
A missão de 5 anos ainda está a todo vapor já se passaram 3 anos e agora a Enterprise possui a sua própria estação espacial: a Yorktown, nesse meio tempo vemos o Spock receber uma notícia que vai arrancar lágrimas de quem for ao cinema: O embaixador Spock morreu e daí vai surras de belíssimas homenagens ao Spock da série dos anos 60, por conta disso o Spock do filme resolve que após os 5 anos vai sair da Enterprise e se dedicar ao seu povo: os vulcanos, que foram destruídos por Nero no primeiro filme porém este não tem coragem de falar para o capitão Kirk.
Os paranauês realmente começam quando o vilão Krall usa uma "alienígena" pra se infiltrar na Enterprise dando uma de coitadinha, fazendo Kirk e seus tripulantes irem atrás da nave dela justamente no planeta do vilão, mas no caminho Krall e suas 'abelhas' atacam a nave que fica completamente destruída e rende todos os seus tripulantes exceto Scotty, Mccoy, Spock, Chekcov e Kirk...eis que entra a cereja do bolo do filme, a personagem Jaylah interpretada por Sofia Boutella que entra pro time feminino da franquia que antes tinha o foco apenas da personagem Uhura.

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Alguns pontos negativos do filme é que algumas cenas lembraram muito Guardiões da Galáxia até mesmo no contexto onde o vilão decide atacar uma "cidade" espacial com um artefato mortal e os heróis começam uma caçada pela cidade para deter o vilão, recuperar a possível "arma" e salvar à todos, mas esses são apenas alguns detalhes que não passam despercebidos mas que não compromete o filme.
Star Trek: sem fronteiras conseguiu mais uma vez manter os efeitos simples mas uma história que prende você, os personagens desta vez possuem mais tempo na tela como é o caso de Chekov, Scotty e Sulu e o vilão de Idris Elba é realmente assustador e passa para os telespectadores a sua verdadeira ameaça.

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Falando em Sulu...no filme é revelado que o personagem é gay, mas de uma forma muito sútil que na verdade é mais uma homenagem ao ator George Takei que interpretou o personagem no cinema e que era homossexual, mas essa saída do armário do Sulu não tira o foco do filme e mantém o tom do personagem.

Assim como os filmes anteriores, Star Trek continua um filme próspero que não perde a sua essência e que vale a pena conferir no cinema.

Quem aí assistiu e quer assistir de novo??




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